
Apresentadora recebeu alta nesta quarta, 11, em São Paulo, e deixou a unidade com um cateter no corpo.Depois de passar 12 dias internada por conta de uma infecção nos glúteos devido a bioplastia que injetou PMMA em seu corpo, Andressa Urach deixou o Hospital Alvorada, em São Paulo, nesta quarta-feira, 11. Ainda caminhando com dificuldades e precisando da ajuda de uma cadeira de rodas, a apresentadora seguiu para casa com um cateter no braço. Pelo cateter, será aplicada uma dose diária de antibiótico. A intenção é combater uma forte bactéria que está alojada em seu corpo. Se não for combatida, Urach poderá voltar para o hospital com uma nova infecção.
"Fui muito mimada aqui no hospital. Agradeço a todo mundo. Foi um trabalho com muito amor", disse a apresentadora em agradecimento aos funcionários que cuidaram dela durante as últimas semanas. Levada em uma cadeira de rodas até o carro, ela distribuiu sorrisos e posou fazendo um coração com as mãos. "Estou superfeliz. Gosto de dizer para as pessoas: 'Você que está passando por um problema de saúde, tudo pode mudar. Mas tem de ter uma fé inabalável'", contou.
Urach também não esconde que os últimos dias foram difíceis. "Tem dias em que eu fico triste, mas aí no outro eu acordo feliz por ter mais um dia de vida. Eu creio na minha recuperação. Por mais que os médicos digam que não tem como retirar o PMMA, eu creio no Deus do impossível. É uma luta. O que seria de um guerreiro se não fossem as cicatrizes para exibir?", declarou ela.
Agora, a fase é de cuidar da saúde, mas Andressa não vê a hora de voltar à ativa. "Sou uma pessoa agitada, então claro que estou morrendo de vontade de voltar a trabalhar. Mas acho que na vida temos que ver o lado bom de tudo. Nasceu uma nova pessoa. Eu fui pela dor. Estou feliz de estar viva. Cuidar da minha saúde é prioridade", completou ela, falando ainda sobre a possibilidade de enfrentar novas internações por conta do PMMA que ainda tem no corpo: "Os médicos falam de muitas hipóteses. O fato de eu ter em muitos lugares ainda pode causar rejeição. Coloquei no rosto, na perna, no bumbum. E o PMMA não pode ser retirado. O hidrogel você ainda tira, claro que quase morri de sepse, mas o PMMA é muito pior porque fica no músculo". Questionada se já sentiu medo de morrer durante esse tempo que está lutando contra infecções no corpo, ela disse: "A morte é uma coisa prevista para todos nós, posso atravessar a rua e morrer atropelada. Deus não faz nada por acaso. Acho que Ele me usou para dar um basta no uso desses produtos. Espero que eles sejam proibidos."
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